História da Idade Contemporânea
Teste I

Teste os seus conhecimentos preenchendo os espaços em branco nos parágrafos que se seguem. Embora seja possível responder em maiúsculas ou minúsculas, tenha atenção com a correcta acentuação dos termos que escolher. Para ver os resultados certos em qualquer momento, clique no botão de correcção.

Este teste segue o programa da disciplina História da Idade Contemporânea, da Universidade Aberta e tem por base o manual adoptado:


Introdução à História do Nosso Tempo - Do antigo regime aos nossos dias,
por René Rémond, Editorial Gradiva



«Denomina-se então o regime que em Itália durará de Outubro de 1922 - data da marcha sobre Roma -, quando o rei Vítor Manuel III confia a a responsabilidade de formar governo, até á queda deste, que se desenrola em dois tempos (Julho de 1943 e Maio de 1945). O uso do termo alarga-se seguidamente a outras experiências feitas noutros países e acaba por designar todos os regimes, todos os movimentos, todas as organizações, que apresentem alguma afinidade com o regime italiano.»


«É em 30 de Janeiro de 1933 que o presidente faz de Adolfo Hitler chanceler. Diga-se, de passagem, que Hitler chegou ao poder por vias legais, obtendo uma maioria no Reichstag. Sem demora, Hitler empreende a transformação do regime: dissolução dos partidos e dos , supressão das liberdades. O incêndio do é o pretexto para o início do terror policial.»


«Depois de 1933, a União Soviética pensa que tem então maior interesse em manter o status quo do que em pô-lo em causa, correndo o risco de uma alteração a seu desfavor. O manual político de Hitler, Mein Kampf, revela que as suas ambições visam a . A União Soviética aproxima-se então das democracias ocidentais, sobretudo da França, que procura no Leste aliados que contrabalancem o rearmamento da Alemanha. É neste contexto que a França patrocina a entrada da União Soviética na Sociedade das Nações.»


«No dia 7 de Março de 1936, tomando como pretexto o voto da Câmara dos Deputados que autorizava o presidente da República a ratificar o Pacto de Assistência Franco-Soviético, Hitler reocupa a margem esquerda do Reno. Uma cláusula do Tratado de interditava à Alemanha manter qualquer guarnição na margem esquerda do Reno, arranjando assim um território que protegia as fronteiras da França e da Bélgica.»


«A partir de 1937, a situação diplomática é dominada pela existência do , assim chamado porque a linha que liga Berlim a Roma traça um eixo vertical norte-sul que divide a Europa em duas e isola o Leste do Oeste. A solidariedade dos parceiros atinge todos os planos, ideologias, ambições, apetites, e encontra no anticomunismo intransigente um pretexto e uma fachada. A Alemanha estabelece com o Japão o chamado pacto anti- , ao qual aderirão, sucessivamente, a Itália, a Espanha franquista e a . Desenha-se já uma espécie de sistema triangular, Berlim-Roma-Tóquio, que partilha o mundo.»


«A partir de Março de 1939 Hitler levanta a questão das fronteiras com a Polónia. O ponto de litígio é o corredor que isola a oriental do resto da Alemanha e o estatuto de , erigida em cidade livre. Embora resolvida a defender-se, mesmo sozinha, a Polónia conta com o apoio da França e da Grã-Bretanha, já descrentes das promessas de Hitler.»





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